Em destaque

 

Globos de Ouro: evolução e prémios no Cinema

 

 

 

1996 "Adão e Eva", de Joaquim Leitão

1997 "Cinco Dias, Cinco Noites", de José Fonseca e Costa

1998 "Tentação", de Joaquim Leitão

1999 "Zona J" de Leonel Vieira

2000 "Jaime" de António Pedro Vasconcelos

2001  "Capitães de Abril", de Maria de Medeiros

2002 "Vou para Casa", de Manoel de Oliveira

 2003 "A Selva", de Leonel Vieira

2004  "Quaresma", de José Álvaro Morais

2005 "Noite Escura", de João Canijo

2006 "Alice" de Marco Martins

2007 "Coisa Ruim", de Tiago Guedes e Frederico Serra

2008 "Call Girl" de António Pedro Vasconcelos

2009  "Aquele Querido Mês de Agosto" de Miguel Gomes

2010 "Um Amor de Perdição" de Mário Barroso

2011 "Mistérios de Lisboa" de Raúl Ruiz

2012 "Sangue do meu Sangue", de João Canijo

2013 "Tabu" de Miguel Lopes

2014 "É o Amor" de João Canijo

Revisitámos os galardoados com o globo de Melhor Filme na categoria de cinema, de 1996 a 2014. Os realizadores portugueses premiados ao longo dos anos mostram um talento e mérito que têm vindo a evoluir de forma irrepreensível, tanto no panorama nacional como no grande ecrã internacional. Este ano, durante a XIX cerimónia Globos de Ouro 2014 proporcionada pela SIC e a Caras, João Canijo levou para casa o globo de Melhor Filme, com "É o Amor". Por Rita Avelar, Sara Silva e Helena Moreira

Infografia acerca da evolução dos Globos de Ouro na categoria Cinema.

Um olhar sobre o bailado “Orfeu e Eurídice”

É nos trezentos anos sobre o nascimento de Christoph Willibald Gluck que a CNB encomenda a Olga Roriz um “Orfeu e Eurídice”, baseado naquela que foi uma das magistrais partituras do compositor alemão. Por Helena Moreira

Como verdadeira amante de Ballet e de Dança no geral (e praticante também) que sou, não poderia deixar passar esta oportunidade. E, por isso, decidi, numa das minhas desafogadas Sextas-Feiras à noite, visitar o Teatro Camões para assistir a uma das peças da Companhia Nacional De Bailado mais esperadas nos últimos tempos – a recriação da ópera “Orfeu e Eurídice” de Olga Roriz, uma requisição já habitual da Companhia. Parece-me que familiarizarmo-nos com a linguagem do movimento (não só praticando, mas também observando) aumenta as possibilidades de encontrarmos expressão para o nosso eu, descobrindo-se assim simultaneamente a função do corpo e também a sua poesia. E lá fui eu...

 

Esta ópera estreada em Viena, em 1762, durante as festividades em honra do Imperador Frederico I e, numa segunda versão, em 1774, em Paris, a convite de Maria Antonieta, é uma obra revolucionária e de fronteira com grandes repercussões no meio musical europeu. 

 

 

 

 

Mais tarde, à música, Gluck retirou todos os excessos exibicionistas das melodias do começo (repetição da primeira parte, depois de a segunda ter sido executada), típicas do barroco tardio, e colocou no coro a ênfase de uma narrativa mais fluída. Para além disso, acrescentou a dança, não na sua forma decorativa, mas ligando-a intimamente à dramaturgia. O compositor alcançou, assim, fama imediata gerada, em grande parte, pela controvérsia em torno das inovações introduzidas nos cânones operáticos da época e que “Orfeu e Eurídice” preconizava.

 

À semelhança da música, onde vários compositores criaram as suas adaptações a este mito grego, vários coreógrafos espalhados pelo Mundo já tiveram também essa chance. Olga Roriz foi a escolha para mais uma recriação desta ópera, desta vez por parte da companhia portuguesa. Sendo uma das coreógrafas de maior relevância no panorama nacional e também uma presença consagrada no repertório da Companhia Nacional de Bailado, ela consegue sempre adequar o movimento e narrativa coreográfica ao elenco da Companhia. A cenografia ficou a cargo de Nuno Carinhas.

 

Contrariamente ao que é habitual nas histórias de amor, a peça começa logo com a morte da amada Eurídice. Assim, Orfeu está desde cedo separado do seu amor, tentando a todo o custo recuperá-lo. Orfeu e Eurídice é, por isso, um lamento constante. A dor violenta de estar só e a incapacidade de Orfeu de voltar a amar são interrompidos fatalmente pelas violentas e irascíveis bacantes que lhe saltam agressivamente para cima, apagando-o, num monte de dardos negros e brutos.

               

 O uso de cores fortes e vivas nos figurinos fazia lembrar as paletas cromáticas do renascimento, remetendo para a época em que a ópera de Gluck foi criada. O jogo de luzes e a cenografia, assim como a música, estavam em harmonia com a coreografia, que se centrava em Orfeu como personagem principal. De um lado o apaixonado Orfeu, sofrendo pela perda do seu eterno amor, lutando por ela contra tudo e todos; do outro lado um grande grupo frio e insensível, que apenas acredita no terreno e concreto.

               

A geografia do Hades é representada cenicamente centrada no interior de Orfeu. As profundezas sombrias definem a personagem que contém em si a agonia irreversível e fatal do desejo da presença. Esta negridão apenas é interrompida por saias e casacos coloridos que cobrem ora as ninfas, ora as bacantes, ora outras figuras que pertencem a uma dimensão exterior da vida do lamentoso Orfeu. A crueldade de ser visto e não poder ver, de abraçar sem poder contemplar, a tragicidade da privação do olhar e a não compreensão dessa mesma privação são intensificadas pelo imenso negro e pelas sombras que o desenho de luzes permite.

 

Apesar de Olga Roriz querer contar o mito, aquilo que a sua visão de Orfeu tem em si de maior é o lamento, a tristeza da perda. A coreografia é, em si, um Orfeu sem Eurídice, é o desespero orfista encarnado nos corpos de bailarinos, num espaço vazio e sombrio, onde cabem todos, espelhados, multiplicados e subtraídos a um.

 

Neste “Orfeu e Eurídice” não há um desfecho feliz como na ópera de Gluck, porque Orfeu além de perder a sua Eurídice para sempre, fica incapaz de amar, ou de olhar se quer para outra mulher. Aliás, a peça acaba com as bacantes que querem a todo o custo possuir aquele homem que continua loucamente apaixonado por uma mulher que já não existe mais. O desejo destas mulheres é tão grande que acabam por ter uma atitude violenta com ele, matando-o e deixando-o só em palco. 

 

Dessa forma, este mito continua presente na sociedade actual por fugir aos cânones das típicas histórias de amor em que tudo acaba bem. Os dois apaixonados morrem nesta história por resistirem à tentação e se afastarem da traição, no entanto a dedicação e o amor que sentem é algo que os une eternamente.

 

A coreografia estava muito bem definida, com movimentos brutos e violentos, onde não podia haver espaço para grandes falhas. Esquecendo a falta de sincronismo e por vezes de limpeza de movimento (cuja culpa quero atribuir ao nervosismo da estreia), houve momentos que funcionaram bem. As cenas em conjunto foram bem mais marcantes que os solos ou os duetos. Apesar de em determinados momentos estarem mais de 30 pessoas em palco, não havia grande dispersão nem confusão para o espectador. 

 

Saliento uma cena muito forte a nível visual e difícil de interpretar para os bailarinos: em palco, vários duetos simultâneos em que as bailarinas, com os olhos vendados, eram arrastadas, empurradas e elevadas pelo seu par. Por não conseguirem ver nada, é extremamente difícil ter noção do próprio movimento porque não há percepção do espaço nem do outro, seja aquele com quem se dança ou os outros duetos independentes.

 

No fim, a plateia (que se não estava cheia, estava muito perto disso) aplaudiu de pé durante muito tempo. “Orfeu e Eurídice” acabou por surpreender todos os presentes por fugir um pouco aquilo que a CNB nos tem habituado, e ainda bem! A presença em palco de praticamente todo o corpo da Companhia tornou este espectáculo digno de ser visto. Talvez assim se perceba que ainda vale a pena apostar em cultura, especialmente na dança, porque este foi talvez o melhor espectáculo que vi, assim como aquele mais publicitado pelos media e, como tal, que levou mais gente a ir ao teatro para matar a curiosidade.

 

Depois de terminar e ao reflectir sobre este mito, tive a percepção que Orfeu e Eurídice podia ser qualquer um de nós. Ao longo dos tempos a transformação e evolução da sociedade e das nossas mentalidades são uma realidade mas o que é genuinamente importante nunca muda.

               

 

Espectáculo de Olga Roriz "Orpheu e Eurídice". Fonte:  espalhafactos.com

Semana Académica de Lisboa atrai milhares para Monsanto

Terminou no passado sábado mais uma edição da Semana Académica de Lisboa. Por Sara Silva

Animação no parque de diversões dentro do recinto.  © Sara Silva

Semana Académica de Lisboa, em Monsanto. © Sara Silva

Semana Académica de Lisboa, em Monsanto. © Sara Silva

Semana Académica de Lisboa, em Monsanto. © Sara Silva

Semana Académica de Lisboa, em Monsanto. © Sara Silva

A Semana Académica de Lisboa (SAL) é um período de exaltação à vida académica, que atrai estudantes universitários, e não só, de todo o país.

 

Arrancou na segunda-feira, dia 12, com as Serenatas, e na terça-feira foi a vez dos Cantares a Lisboa seguidos de uma quarta-feira com arraial na discoteca Main Lisboa. A quinta-feira foi o primeiro dia de festival no Salódromo, junto ao Pólo Universitário da Ajuda.

 

Entre quinta-feira e sábado subiram ao palco nomes como The Vengaboyz, Putzgrilla, Nelly, Dj Bob Sinclair e Regula. A organização garantiu transportes gratuitos para o recinto durante todos os dias de festival, o que contribuiu para que, na última noite, estivessem presentes cerca de 15 mil pessoas.

 

Os preços variavam entre os 10 e os 15€ diários, e o passe para os 3 dias ficava a 22€.

 

Sábado foi também dia da Benção Geral de Finalistas, um dia simbólico para os estudantes que vêm o seu percurso académico a ser finalizado.

 

No entanto, a Associação Por Monsanto veio a público mostrar o seu desagrado com a realização do festival, alegando que veio causar grandes prejuízos à fauna e flora do local, e pediu à Câmara Municipal de Lisboa que não cedesse os terrenos.

 

Marcelo Fonseca, Presidente da Associação Académica de Lisboa, defendeu que o evento cumpria as normas acordadas com a Câmara, e que o recinto não chegava à zona das árvores.

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Berlocq sagra-se campeão no Portugal Open 2014

O argentino Carlos Berlocq, 62º do ranking mundial, conquistou o título de campeão da 25ª edição do Portugal Open.

O tenista argentino de 31 anos encerrou da melhor forma uma semana perfeita, superiorizando-se ao checo Tomas Berdych, 6º no ranking mundial, numa final difícil. Berdych até venceu o primeiro set por claros 6-0 mas Berlocq deu a volta, ganhando os dois seguintes por 7-5 e 6-1. A final durou duas horas e nove minutos.

 

Com este resultado, Carlos Berlocq aproxima-se da sua melhor classificação de sempre, a 37.ª posição, obtida em março de 2012. "É uma semana perfeita, sem dúvida. É o meu segundo título da carreira, mas ganhar a dois top-10 no mesmo torneio é muito mais especial. No meu primeiro título ganhei a bons jogadores mas não tão bons como [Milos] Raonic e Berdych", afirmou o tenista.

 

Na caminhada para o título em Portugal, a juntar a Berlocq, o tenista derrotou ainda o canadiano Milos Raonic (9.º no ranking), nos quartos de final.

 

No entanto, ambos os tenistas mantiveram as suas posições na lista, que também se manteve inalterada no topo: com o espanhol Rafael Nadal na liderança e o sérvio Novak Djokovic em segundo, a 1.860 pontos.

 

O português João Sousa, eliminado na primeira ronda do torneio português, manteve o 40.º lugar do ranking ATP. 

Carlos Belocq ao conquistar o título de campeão. Fonte:  EPA/ José Sena Goulão

Já Gastão Elias, que chegou aos quartos de final da prova (sendo eliminado pelo romeno Victor Hanescu), manteve um lugar entre os melhores 200 do Mundo, mas desceu três posições na lista, para a 182.ª posição.

 

A maior subida desta semana foi protagonizada pelo eslovaco Martin Klizan, que começou o Torneio de Munique na 111.ª posição da lista e venceu a prova, eliminando tenistas como o italiano Fabio Fognini (15.º do mundo), o alemão Tommy Haas (16.º) ou o russo Mikhail Youzhny (17.º). Klizan ascendeu 49 posições (a maior subida no top-100), ocupando agora o 62.º lugar.

 

Para Berlocq este é o segundo triunfo da sua carreira, depois de ter ganho a edição de 2013 do torneio de Bastaad, na Suécia. Por sua vez, Berdych continua sem ganhar qualquer torneio em terra-batida desde 2009.

 

Por Helena Moreira com Record e Expresso

Cacilheiro recuperado por Joana Vasconcelos está de volta ao Tejo

O "Trafaria Praia", o cacilheiro que a artista plástica Joana Vasconcelos recuperou para representar Portugal na Bienal de Veneza 2013, regressou hoje a Lisboa. A partir de hoje, fará cruzeiros entre o terreiro Paço e a Torre de Belém.

Joana Vasconcelos junto ao “Trafaria Praia”. Fonte: Sara Matos/Global Imagens

O antigo cacilheiro da Transtejo estava desactivado desde 2011, mas após um convite para "levar" Portugal até Veneza, Joana Vasconcelos deu-lhe um "novo rosto" recorrendo a ajuda do financiamento privado. Hoje, orgulhosa de ter conseguido levar à Bienal um trabalho pioneiro, a artista plástica diz que este é o primeiro projecto flutuante que se move.

 

Pioneira vai também continuar ser a nova missão do 'Trafaria Praia', que a partir de agora poderá receber visitantes e fazer cruzeiros no Tejo, entre o Terreiro do Paço e a Torre de Belém, mas poderá vir a navegar nas águas de outros rios portugueses, ou ser reservado para festas e eventos.

 

Foram muitos os que fizeram questão de participar na viagem inaugural desta obra de arte que, segundo a vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, Catarina Vaz Pinto, é "um três em um". E explica: "É uma forma de desfrutar o Tejo, a cidade e a obra da Joana."O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, vai mais longe: "Esta é uma oportunidade única de viajar dentro de uma obra de arte". Obra essa que, recorda, foi um sucesso em Veneza, onde em seis meses foi visitada por 100 mil pessoas.

 

Por Helena Moreira com Diário de Notícias

11ª edição do Festival IndieLisboa arranca amanhã

 

O Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa abre as portas amanhã, quinta-feira, com o filme “Gare du Nord” da realizadora francesa Claire Simons.

Cartaz oficial do Festival IndieLisboa 2014. Fonte: cm-lisboa.pt

Nesta 11ª edição do Festival IndieLisboa a direcção do festival recebeu cerca de 4.000 filmes, tendo seleccionado 226, dos quais 44 são portugueses, assinalando-se um aumento de co-produções com outros países, sobretudo no que toca às curtas-metragens.

 

Numa parceria com Museu do Chiado, a Fundação Calouste Gulbenkian e as galerias Zé dos Bois e Graça Brandão, o festival terá uma programação de filmes e vídeos em formato instalação.Para este ano, a organização do festival preparou uma participação especial com Claire Simon, que estará em Lisboa para uma retrospectiva de seis filmes, na secção "Herói Independente", para além da exibição de "Gare du Nord", descrito como uma "docu-ficção. O festival assinalará os dez anos do IndieJúnior com uma programação especial para os mais novos e, para além disto, em honra da celebração dos 40 anos do 25 de Abril vai realizar-se uma festa durante o festival, no dia 27.

 

No que respeita às exibições de realizadores portugueses, na sexta-feira terá lugar a exibição da curta-metragem "A caça-revoluções", de Margarida Rêgo e a estreia do documentário "Mudar de vida", de Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro, sobre a vida e obra do músico José Mário Branco. A competição nacional apresentará ainda 17 curtas-metragens e quatro longas-metragens: "Alentejo, Alentejo", de Sérgio Tréfaut, "O novo testamento de Jesus Cristo segundo João", de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, "Revolução industrial", de Tiago Hespanha e Frederico Lobo, e "Tales of Blindness", de Cláudia Alves.

 

Das 17 "curtas" a concurso, há várias co-produções estrangeiras e dois filmes já seleccionados para Cannes: "A caça-revoluções", de Margarida Rêgo (Portugal/Reino Unido), e "Boa noite Cinderela", de Carlos Conceição.Da produção estrangeira, assinala-se a escolha de filmes de Xavier Dolan ("Tom à la ferme", que encerrará o IndieLisboa), de Tsai Ming-liang ("Journey to the west"), de Johnnie To ("Blind detective"), Catherine Breillat ("Abus de faiblesse") e Júlio Bressane ("Educação sentimental").

 

O IndieLisboa 2014 apresenta as sessões de exibição em São Jorge, Culturgest, Cinema City Campo Pequeno e Cinemateca Portuguesa, e decorre até ao dia 4 de Maio. Toda a programação disponível em: www.indielisboa.com.

 

Por Rita Avelar com Lusa e SOL​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

 

 

Golo solitário dá Champions ao Sporting e obriga o Benfica a vencer

O golo de Adrien, através de uma grande penalidade, foi o que bastou para desempatar o jogo equilibrado que se realizou no Estádio do Restelo, e que favoreceu os visitantes.

 

O derbi começou com um Belenenses atrevido, mas o Sporting respondeu bem com André Martins a enviar a bola à barra. Os primeiros 45 minutos mostraram que os azuis estavam preparados lutar pelos pontos e garantir a manutenção na 1ª Liga. Na segunda metade do encontro a equipa de casa criou poucas situações de perigo, onde se destaca Fernando Ferreira, que obrigou Rui Patrício a uma brilhante defesa.

 

O golo surgiu pouco tempo depois (52 minutos), com Adrien a converter o penalty sofrido por Carlos Mané, e que chegou para dar a vitória ao colectivo do treinador leonino Leonardo Jardim. Com um jogador a menos nos últimos dez minutos, o Sporting manteve o controlo sobre a partida, e garantiu assim a presença na Liga dos Campeões. O rival Benfica joga amanhã o título, e é obrigado a vencer para garantir o primeiro lugar a três jornadas do fim do campeonato.

 

Por Sara Silva

O penalty de Adrien foi suficiente para o Sporting vencer o Belenenses.O Sporting ganhou este sábado ao Belenenses por 0-1 e garantiu assim o segundo lugar do campeonato.

O jogador Capel a fazer um cruzamento. Fonte: Reuters

O Ardina Jornal / oardinajornal@gmail.com / © Março 2014 por Equipa O Ardina.  Orgulhosamente criado com Wix.com

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